ARQUÉTIPOS III

12:56:00



    Os Arquétipos foram estudados por muitos filósofos, pesquisadores, cientistas e, mais recentemente, pela ciência psicanalítica. O psicanalista Carl G. Jung, quando começou a estudar a mente humana, percebeu que determinados padrões inconscientes se repetiam entre todos os pacientes que tinha; símbolos estavam presentes em todas as manifestações oníricas (sonho) que estudava. Os Arquétipos NÃO são ideias transcorridas ao longo da hereditariedade, mas sim de manifestações Universais presentes no que Jung chamou de Inconsciente Coletivo.

    Existem experimentos com macacos que elucidam a existência de uma mente coletiva não-individual. Quando foi ensinada determinada habilidade para um grupo de macacos, percebeu-se que os grupos de macacos em ILHAS distantes aprenderam essa habilidade em tempos muito mais rápidos e, quanto mais macacos aprendiam mais rápido os outros conseguiam aprender. Repare que são grupos de macacos em ILHAS diferentes, portanto, não houve nenhum contato físico entre os macacos. Existem céticos quanto a esse experimento simplesmente porque não conhecem a Mecânica Quântica e os Arquétipos. Isso é explicado pela MQ quando nos evidencia que o Universo é uma mente e está tudo conectado, ou seja, é uma ÚNICA Psique. Quando nos deparamos com o aspecto ondulatório do átomo, é a  Consciência Universal.

    No Universo existem níveis de frequência ondulatória, que se traduzem por níveis de frequência de Consciência. A cada parâmetro de frequência podemos chamar de Dimensão. Não existe separação entre uma dimensão e outra porque só existe frequência. A luz visível é uma frequência alta em relação a matéria (que também é luz; será explicado em outras postagens), mas ainda perceptível ao olho humano. Sentimos os efeitos sutis da luz visível e também os efeitos das frequências eletromagnéticas (luz) que não são perceptíveis ao olho humano e, por isso, as pessoas não percebem que estão sendo afetadas por luzes que não enxergam justamente porque não enxergam. É nisso que está fundamentado a influência por mensagem subliminar; usa-se um áudio, por exemplo, com uma frequência que o ouvido humano não capta, porém o inconsciente (consciência) da pessoa capta.

    Existem inúmeras pesquisas documentadas no que tange a mensagem subliminar. Uma delas foi feita em um cinema colocando-se a mensagem "beba Coca-Cola" piscando a uma velocidade tão rápida que as pessoas não perceberam; ao final da sessão de cinema, a maioria das pessoas compraram Coca-Cola. Isso é extremamente contundente porque não é comum as pessoas comprarem Coca-Cola quando ACABA um filme no cinema, mas sim ANTES. O mesmo acontece com a influência multidimensional. Um ser que está numa frequência diferente - dimensão astral, por exemplo (quarta dimensão)- pode emitir frequências eletromagnéticas (falar, pensamentos, sentimentos e etc.) próximo de uma pessoa que está encarnada na nossa dimensão. A pessoa encarnada, se não possuir habilidade mediúnica, vai captar as mensagens inconscientemente e, se for um médium, capta conscientemente (escuta a entidade falar). Um espírito que fique falando no ouvido de uma pessoa encarnada "vamos no bar beber!", irá manifestar um sentimento e impulso inconsciente na pessoa encarnada para ir no bar beber. Porém, é preciso evidenciar que a pessoa encarnada também emite ondas e, ela somente capta por ressonância (quando duas ondas entram em fase) as ondas que ela mesma está emitindo no momento, ou seja, se ela tiver pensamentos e sentimentos compatíveis com o espírito em questão. Portanto, usar isso como forma de se assumir como vítima é pura auto sabotagem.

    Os Arquétipos são a manifestação primordial do Todo; eles vivenciam e manifestam o Universo. Tudo no Universo são Arquétipos, inclusive o Ego (você). O Ego é uma construção arquetípica e, por isso, fica tão fácil de manipular o Ego. A liberdade está e poder escolher os Arquétipos que se quer vivenciar, entender os Arquétipos que são a base da personalidade do Ego e entender como eles estão organizados em si mesmo. Como a Consciência manifesta a realidade (os Arquétipos não estão dentro da "sua" mente, mas são o próprio Universo), sabendo-se os Arquétipos que uma pessoa está vivenciando podemos saber o futuro dela, como ela pensa, como se comporta, como manipulá-la, como ajuda-la. Conhecimento é muito poder!

    O Arquétipo da concha (imagem do post) é o símbolo do feminino, do genital feminino, da receptividade, um símbolo fálico. Estimula a sexualidade em quem o vê de forma receptiva; um chamado à paixão e amor. É por isso que crianças são inconscientemente fascinadas por conchas marinhas porque estão vendo de onde vieram; a segurança do útero da mãe.

Um somos nós!

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